
Março volta a ser o Mês do Granel — e a Peggada faz parte do movimento
Março já oficialmente o Mês do Granel e Portugal celebra esse evento pelo terceiro ano consecutivo. A Peggada é parceira de comunicação e mostra-te todos
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“Março, Mês do Granel e da Reutilização” regressa com 31 dias de iniciativas em todo o país.
Cada português produz, em média, cerca de 42 kg de resíduos por mês1 , o equivalente a aproximadamente 500 kg por ano, segundo o Relatório Anual de Resíduos Urbanos da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Paralelamente, quase um quinto dos alimentos disponíveis aos consumidores é desperdiçado todos os anos a nível global2.
É neste cenário que arranca a 4.ª edição da campanha nacional “Março, Mês do Granel e da Reutilização”, uma mobilização de 31 dias que promove o consumo a granel e a reutilização como respostas concretas ao desperdício alimentar e à crise climática.
De 1 a 31 de março, consumidores, retalhistas, associações e projetos locais juntam-se numa agenda nacional com workshops, debates, degustações, visitas guiadas e ações de sensibilização, de norte a sul do país.
Promovida pela Plataforma Liga-Ação (projeto da ONGD Zero Waste Lab), em parceria com a Maria Granel, a campanha pretende demonstrar que a prevenção começa nas escolhas quotidianas.
“Não basta gerir melhor os resíduos, é preciso produzi-los em menor quantidade. O granel permite comprar apenas o necessário e evitar desperdício alimentar. A reutilização reduz embalagens descartáveis. São decisões individuais simples com impacto climático real”, afirma Sara Morais Pinto, cofundadora da Zero Waste Lab e coordenadora da Liga-Ação.
A iniciativa ganha particular relevância num ano em que as Nações Unidas dedicam o Dia Internacional do Lixo Zero ao desperdício alimentar. Segundo o Relatório do Índice de Desperdício Alimentar 2024 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, cerca de mil milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente, contribuindo com até 10% das emissões globais de gases com efeito de estufa.
Desde 2024, os Estados-Membros da União Europeia devem assegurar a recolha seletiva de biorresíduos (Diretiva-Quadro dos Resíduos 2008/98/CE, revista em 20183). Contudo, especialistas sublinham que a recolha é apenas parte da solução. “A recolha é necessária, mas a prevenção é mais eficaz”, reforça a organização, defendendo que reduzir a produção de resíduos a montante é essencial para alcançar as metas climáticas e de economia circular.
O consumo a granel permite a aquisição apenas da quantidade necessária de alimentos e outros bens (incluindo produtos de higiene pessoal e detergentes) evitando embalagens de uso único e promovendo a reutilização de recipientes. Esta abordagem contribui para a extensão do ciclo de vida dos produtos, para o fortalecimento do comércio local e para a redução da pegada ambiental associada ao consumo.
No dia 30 de março, data em que a ONU assinala o Dia Internacional do Lixo Zero, a campanha encerra com uma ação simbólica (a divulgar em breve) de reforço do compromisso coletivo com a prevenção do desperdício e a promoção de modelos de consumo responsáveis, alinhados com o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis).
A iniciativa associa-se internacionalmente ao “Mois du Vrac et du Réemploi”, coordenado pela associação francesa Réseau Vrac. Em Portugal, é promovida pela Liga-Ação (Zero Waste Lab e Maria Granel), com o apoio de Circular Economy Portugal, Associação ZERO, DECO, Peggada, CGreener Comunicação e agranel.pt.
A agenda nacional está disponível na plataforma digital Peggada e pode ser consultada aqui.

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