
Campanha nacional mobiliza o país para o granel o desperdício alimentar e a ação climática
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Um terço dos alimentos é desperdiçado a nível mundial. E para que este número não seja demasiado distante, falemos de Portugal, onde um milhão de toneladas de comida são desperdiçados todos os anos. Pior? 40% do desperdício alimentar acontece em casa, por isso não há como descartar responsabilidades. Há, sim, que agir e, seguindo estas dicas, vais ver que o caixote do lixo vai ficar mais vazio e o frigorífico mais cheio.
Parece básico, mas nem sempre é uma prática comum. Faz uma lista antes de saíres de casa, depois de uma vistoria ao frigorífico e à despensa. Só assim evitas trazes mais uma lata de grão, quando ainda tinhas três perdidas na última prateleira.
Outra dica útil é agendar as refeições: com um plano delineado, podes ir às compras sabendo exatamente o que precisas para cada dia. E se fores a lojas a granel, melhor ainda, assim evitas comprar em muita quantidade algo que não vais usar na totalidade
Há que saber decifrar o que a embalagem nos diz. “Consumir de preferência antes de”, segundo a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, refere-se à data até à qual o alimento conserva as propriedades específicas. Ou seja, o alimento pode ser consumido após essa data, caso sejam respeitadas as regras de conservação. Se ainda assim tiveres receio, confirma se está bom, pelo aspeto e o cheiro. Nota: massas, leguminosas e especiarias, por exemplo, podem ser usados meses depois do prazo de validade, sem comprometer a qualidade.
“Consumir até”: de acordo com a mesma associação, diz respeito à “data após a qual o alimento já não deve ser consumido.” Falamos aqui de iogurtes, por exemplo. Ainda assim, confia em nós que já comemos alguns com mais de uma semana depois do prazo e estamos vivos para contar a história. Nada como abrir e cheirar. Se tudo parecer bem, avança sem medos.
Lava bem os legumes e usa-os por inteiro, principalmente se forem biológicos. Cenouras, batatas, abóboras, não há porque descascar, principalmente se a ideia for fazer uma sopa ou um assado. Ainda assim, se preferires descascar, guarda as cascas num recipiente no congelador e vai enchendo sempre que tiveres sobras do género. Quando já tiveres suficiente, ferves essas cascas com água e ficas com um caldo de legumes delicioso.
Se vires bananas sozinhas ou batatas demasiado grandes (ou demasiado pequeninas), traz essas contigo para casa. Não é por não estar num cacho que aquela banana é menos banana, e a batata, se não a usares toda de uma vez, corta só a quantidade que precisas e guardas o resto para a próxima receita.
Recorre a projetos como a Fruta Feia ou a Equal Food e até mesmo alguns supermercados, como o Continente, têm cestos de frutas e legumes “em fim de vida”, que vendem a um preço mais baixo para evitar o desperdício.
Se no frigorífico tens uma curgete, uma cenoura, um resto de arroz e um ovo perdido, não cedas à tentação de um Uber Eats.
Salteia essa curgete com a cenoura e esse restinho de arroz, junta azeite ou molho de soja. No fim, escalfa esse ovo, até porque tudo na vida fica melhor com um ovo escalfado em cima.
Faz sopa com os legumes que estão quase a apodrecer e gelados com a banana que já está demasiado madura. Quando o assunto é comida, não há cá limites.
? Foto de Helena Lopes em Pexels

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