
APA revela que Portugal não separa 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano
Em vésperas do Natal, a APA revela que, anualmente, cerca de 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são bem separados pelos portugueses;
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O Relógio do Apocalipse é definido por cientistas com base numa série de ameaças criadas pelo Homem. Guerras, escalada nuclear, crise climática e inteligência artificial foram os fatores que influenciaram os ponteiros este ano. Chegar à meia-noite significa a destruição total do mundo tal como o conhecemos.
O simbólico “Relógio do Apocalipse” foi colocado a 90 segundos da meia-noite, hora que representa o momento em que os humanos terão tornado o planeta inabitável. A escalada nuclear da guerra na Ucrânia, a guerra entre Israel e Hamas, a inteligência artificial e o agravamento das alterações climáticas são fatores que aumentaram o risco de catástrofe global.
Definido pelo Bulletin of the Atomic Scientists — organização constituída por um painel de cientistas internacionais e especialistas em segurança —, o relógio mantém-se igual ao do ano passado e é o mais próximo da meia-noite que alguma vez esteve, desde que foi criado em 1947 (na altura, fixado em sete minutos para a meia-noite).
“As tendências continuam a apontar sinistramente para uma catástrofe global”, lê-se no comunicado do Bulletin of Atomic Scientists.
No ano mais quente desde que há registos, registaram-se vários fenómenos climáticos extremos, como inundações e incêndios, que ameaçaram milhares de milhões de vidas e meios de subsistência.
“Em 2023, o mundo entrou em território desconhecido, uma vez que sofreu o ano mais quente de que há registo e as emissões globais de gases com efeito de estufa continuaram a aumentar. Tanto as temperaturas globais como as da superfície do mar do Atlântico Norte quebraram recordes, e o gelo marinho da Antártica atingiu a sua menor extensão diária desde o advento dos dados de satélite.”
Rachel Bronson, presidente e CEO do Bulletin, referiu que, embora 2023 tenha sido um ano recorde para energia limpa, com 1,7 biliões de dólares em novos investimentos, os investimentos em combustíveis fósseis totalizaram quase 1 bilião de dólares. “Os esforços atuais para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa são extremamente insuficientes para evitar os perigosos impactos humanos e económicos das alterações climáticas, que afetam desproporcionalmente as pessoas mais pobres do mundo.”
Além da crise climática, a Humanidade está em risco devido à invasão da Ucrânia e às “ameaças veladas de utilização de armas nucleares” por parte da Rússia.
No ano passado, o controlo tradicional das armas nucleares chegou ao fim, com a China, a Rússia e os Estados Unidos a gastar grandes quantias de dinheiro para expandir ou modernizar os seus arsenais nucleares, aumentando o risco de uma guerra nuclear.
Outros fatores que influenciaram a decisão do Bulletin foram “a sofisticação crescente das tecnologias de engenharia genética e o avanço dramático da IA generativa, que pode ampliar a desinformação e corromper o ambiente de informação global, tornando mais difícil resolver os maiores desafios existenciais”.
“Não se enganem: a reposição do relógio a 90 segundos da meia-noite não é uma indicação de que o mundo está estável. Muito pelo contrário. É urgente que os governos e as comunidades de todo o mundo ajam. E o Bulletin continua esperançoso – e inspirado – em ver as gerações mais jovens a liderar a carga”, sublinhou Bronson.
O Bulletin of the Atomic Scientists foi fundado após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, por Albert Einstein, J. Robert Oppenheimer e outros cientistas que trabalharam no Projeto Manhattan, responsável pela produção das primeiras armas nucleares. A ideia de o relógio simbolizar a vulnerabilidade global a catástrofes surgiu dois anos mais tarde.
O mais longe que os ponteiros já estiveram da meia-noite foi 17 minutos, após o fim da Guerra Fria, em 1991. A crise climática passou a ser um fator na definição do relógio no ano de 2007.

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