
Portugal é o primeiro país a proibir extração de minerais no fundo do mar até 2050
Este minerais, como o cobalto e níquel, são usados para fabricar, por exemplo, as baterias de carros eléctricos. Entrou em vigor esta terça-feira, dia 1
A aplicação permite partilhar anonimamente fotografias, indícios ou ameaças ao lobo-ibérico, que ajudam a contribuir para a conservação desta espécie ameaçada.
A aplicação “Eu vi um lobo” incentiva a partilha de fotografias de lobos-ibéricos, de indícios da sua presença e de potenciais ameaças. O objetivo é envolver a comunidade na recolha de informação sobre a espécie protegida e contribuir para a sua conservação em Portugal.
A app foi desenvolvida pela Plataforma Lobo Ibérico para “criar um laço maior entre os cidadãos e a conservação da natureza”, afirmou Bruno Arrojado, um dos promotores da plataforma, à agência Lusa.
Através da app, podes enviar fotografias georreferenciadas de forma gratuita e anónima. “Para nós o mais importante é o registo em si”, referiu o promotor. A aplicação está apenas disponível para Android.
Os dados serão disponibilizados de forma anónima às autoridades e aos investigadores, permitindo mapear a ocorrência do lobo e das suas presas e, sempre que possível e relevante, identificar e denunciar possíveis ameaças à espécie e ao seu ecossistema, como a existência de laços ou de iscos/carcaças envenenados. Bruno Arrojado sublinhou que o projeto “tem uma vertente que não toca só no lobo, mas em toda a natureza”.
A Plataforma Lobo Ibérico foi lançada há cerca de seis meses com a missão de reunir informação científica e juntar a informação que já existe, mas está dispersa, sobre o lobo em território português. “A ideia é criar um espaço de informação correta à volta do animal, sem mitos”.
Na plataforma é possível recolher informação sobre a sua alimentação e ameaças e observar mapas da evolução da espécie ao longo do século XX, das alcateias confirmadas e prováveis em Portugal entre 2002 e 2019 e de fojos visitáveis (antigas armadilhas usadas para capturar este animal).
Paralelamente, a plataforma também apoia ações de conservação do lobo no terreno, doando parte dos lucros angariados na sua loja online a projetos que promovem a coexistência – por exemplo, iniciativas que apoiam os produtores pecuários a melhorar a proteção do gado.
A loja inclui artigos exclusivos e serviços alusivos ao lobo e ao seu ecossistema, mas também produtos oriundos de regiões onde a espécie está presente, priorizando artistas nacionais e produtores que adotem boas práticas de coexistência com o lobo.
De acordo com o último censo nacional (2002/2003), estima-se que existam cerca de 300 lobos em Portugal, distribuídos por 63 alcateias, ocupando uma área de aproximadamente 20 400 quilómetros quadrados. Os resultados do censo nacional mais recente, coordenado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), ainda não são conhecidos.
O lobo-ibérico encontra condições de sobrevivência mais favoráveis a norte do rio Douro, com os principais redutos da espécie situados nas serras do Alto Minho e de Trás-os-Montes, especificamente as abrangidas pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês e pelos parques naturais de Montesinho e do Alvão.
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