
APA revela que Portugal não separa 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano
Em vésperas do Natal, a APA revela que, anualmente, cerca de 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são bem separados pelos portugueses;
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A impressão em 3D permite reduzir o tempo de construção, o consumo de energia, as emissões de carbono e o desperdício de materiais. Conhece este projeto da Litehaus.
A Litehaus, empresa de desenvolvimento inovador de propriedades imobiliárias, vai avançar com a construção das primeiras casas em Portugal impressas em 3D, incorporando tecnologia e sustentabilidade.
Trata-se de um complexo de 13 casas construído em Portela da Villa, em Torres Vedras, com base em tecnologias como a Inteligência Artificial (IA), numa fase inicial de criatividade e projeção, e a impressão 3D, já na sua edificação. “Estamos aqui para desconfiar do setor. Esta tecnologia permite-nos produzir até 45 m2 de paredes em apenas 20 horas”, refere Simi Launay, Chief Creative Officer (CCO) da Litehaus, em comunicado.
Em declarações à Peggada, Launay explicou que a produção de uma casa com recurso a impressão 3D e tecnologia modular “consome menos energia principalmente através da eficiência dos materiais e da produção otimizada”, uma vez que se imprime “apenas o que é necessário, deixando de existir material em excesso”.
Os módulos são construídos com Eco-mortar, um material produzido com uma pegada carbónica menor que o cimento tradicional (menos 40 a 50% de emissões de CO2), e apenas são transportados os necessários, “eliminando a necessidade de transportar outras máquinas e artigos não utilizados”.
Ao apostar na produção de edifícios modulares e casas impressas em 3D, que consomem menos 67% de energia no seu fabrico, a empresa traz uma solução sustentável e inovadora para a indústria de construção de espaços habitacionais, responsável por 42% das emissões de carbono.
Com a eficiência energética também em mente, a equipa da Litehaus trabalha no desenvolvimento de unidades energeticamente eficientes e com menores custos de funcionamento para os compradores. “O nosso objetivo é alcançar a classe energética A para otimizar o consumo de energia. Os nossos módulos podem ser adaptados às necessidades específicas do ambiente. Além disso, certificamo-nos de que o design é mais eficiente e permite poupar custos em serviços como o aquecimento ou a refrigeração, através de paredes duplas com isolamento”, assinalou Launay à Peggada.
O objetivo da Litehaus é construir 100 casas por ano em Portugal. Nos próximos dois anos, a empresa espera contratar mais dez pessoas, como forma de crescer e promover o emprego local, de acordo com a CCO.
“A Litehaus está a embarcar numa missão para redefinir os espaços de habitação, fundindo tecnologia IA, impressão 3D e casas modulares para criar construções que ecoam simplicidade, inovação e sustentabilidade. O nosso objetivo é construir 70% mais rápido e 20% mais barato, construindo residências que simbolizam a elegância e o minimalismo harmonizados com a beleza natural de Portugal” acrescenta Simi Launay. Reduzindo o tempo de construção, a Litehaus consegue evitar consumos relacionados com a logística de abastecimento de materiais, mas também com a deslocação dos trabalhadores.

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