O projeto Circular Way to Inclusion quer ter pessoal cada vez mais competente quando o assunto é sustentabilidade e impacto social. Trabalha com formadores e trabalhadores de organizações juvenis, para quem a palavra passe a cada vez mais jovens.
A ideia aqui é passar a palavra e o conhecimento a cada vez mais pessoas. A sustentabilidade é a mensagem, que passa das organizações para os jovens através de um projeto com o nome Circular Way to Inclusion e que desenvolve um conjunto de materiais, ferramentas e actividades de formação que ajudam a aumentar as competências do pessoal das organizações ligadas à juventude para que, por consequência, possam aumentar a oferta de soluções baseadas na Economia Circular.
O Circular Way to Inclusion é um projeto do Erasmus+ que conta com a participação de outras organizações além da CEP – Fundação Paideia, Impact Hub Liepaja, Eiva, Concello de Santiago de Compostela.
“O projeto Circular Way to Inclusion melhora as competências do pessoal (voluntários/formadores/trabalhadores juvenis) de organizações que trabalham com jovens”, explica Giovana Barbieri, representante do projeto em Portugal.
O projeto nesta primeira etapa desenvolve um conjunto de materiais de treino, ferramentas e atividades. Alguns materiais já foram desenvolvidos pela CEP, como um guia de boas práticas, kit de formação em economia circular e diretrizes para o desenvolvimento de campanhas de sensibilização.
“O principal público para o qual este material foi desenvolvido são os trabalhadores e voluntários de organizações juvenis, que têm a capacidade de capacitar e apoiar os jovens a viver de forma mais sustentável e a adotar práticas de economia circular”, refere.
Numa primeira fase, explica Giovani, o objetivo é capacitar 10 treinadores para que capacitem 100 jovens.
“Em 2024, entramos na segunda fase do projeto que será a fase de formação e capacitação do público através de todos os materiais e estudos que foram desenvolvidos na primeira fase”, acrescenta.
Marta Cerqueira é minhota e vegetariana. A sorte é que vive em Lisboa, onde há mais tofu do que sarrabulho. É jornalista há mais de 15 anos, os últimos dos quais a escrever sobre comida e sustentabilidade. Agora, já fora das redações, continua a escrever sempre que pode, seja em revistas, diários, post its, ou na sua página de Instagram, que usa para partilhar uma vida que se divide entre ser mãe-pessoa-foodie-viajante. Ainda assim, criou a Peggada para poder escrever sobre o que não cabe numa revista, num diário, num post it ou no Instagram: um mundo melhor.
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